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terça-feira, 20 de agosto de 2013

3 diazinhos que me souberam pela vida

Quarta-feira passada agarramos nas nossas valises, na nossa fera de 4 patas, metemo-nos no bolide azul bebe com bancos vermelhos e rumamos a norte, mais precisamente ao Minho.
Nunca tínhamos passado do Porto para cima, íamos para a casa de uns amigos fantásticos, seriamos muitos (pessoas e animais) numa casinha e acima de tudo, estávamos muito felizes, por isso, o fim-de-semana tinha tudo para correr bem, e correu, muito bem! Conhecemos sítios maravilhosos, fomos a Espanha abastecer o tanque e a despensa e regressamos cansados mas com uma enorme vontade de voltar ao Minho!
Saímos de Lisboa na quarta pelas 18h, paramos na estação de serviço de Leiria para comermos o nosso MacChicken e BigMac e seguimos caminho até uma aldeia algures entre Caminha e Vila Nova de Cerveira. Chegamos pelas 23h pelo que não vimos grande coisa a não ser a aldeia e um café à beira rio onde a fera de 4 patas pode correr e "escarreirar" à vontade!
A vista da casa de onde ficamos

Na quinta fomos até Vilar de Mouros, visitamos as Casas da Azenha, tomamos banho no rio e fizemos praia em Moledo. Claro que senhor dom fera nem se aproximou da água, apesar dos donos e da cadela dos nossos amigos estarem na água, senhor dom fera limitou-se a ficar à beira rio a ver-nos chapinhar. 


Casas da Azenha

Vilar de Mouros, o sítio onde tomamos banho

Depois do jantar fomos tomar café a Caminha, conhecer um bocadinho a cidade e ver os carrões dos avecs. 
Caminha e os carrões dos avecs

Caminha pela noite

Na sexta fomos logo de manha para Caminha, ver a igreja matriz e passear pelas ruas, depois andamos pelas serras, vimos cavalos selvagens e acabamos o dia a dormir a sesta à beira rio e a beber uma caipirinha na rua dos bares de Caminha. 

Igreja cujo nome já não me lembro mas que é linda de morrer 

Torre 

Centro de Caminha 

Igreja Matriz

Espanha ao fundo

Wild Horses (estão a guardar um poldro e uma égua prenha) 

O sítio da sesta 

Sábado acordamos cedo e rumamos a Espanha. Primeira paragem em Tui para abastecer o depósito e depois num armazém de revenda de guloseimas para abastecer a despensa. Passeamos nas ruazinhas de Tui, tentamos entrar na catedral, mas como faltavam 7 minutos para as 14h, hora de almoço do senhor que guarda a catedral, não conseguimos entrar. 

Ruazinhas de Tui

De Tui seguimos para o Parque Natural Monte Aloia onde almoçamos. 

 Parque Natural Monte Aloia 

 Parque Natural Monte Aloia 

 Parque Natural Monte Aloia 

À tarde fomos a Baiona comer um gelado e ver umas montras e ao final do dia voltamos a Portugal para jantar nas festas da solha.

 Baiona 

Baiona

Às 00h27 estávamos a entrar no carro para seguir para Lisboa e às 4h34 estávamos a entrar em casa após uma paragem para um xixi e um desvio para deixar um amigo em casa. 
Acabamos não indo a Viana pelo que, já tenho um pretexto para voltar ao Minho! 
A senhora dona princesa gata teve férias dos donos e do irmão, ficou em casa a guardar o palácio (sim, nos costumamos sair e deixa-la sozinha, temos uns amigos que vem cá ver como é que ela está). Infelizmente senhora dona gata não é nada parecida aos donos e ao irmão e odeia viajar. 






terça-feira, 13 de agosto de 2013

São 2h35 da matina

E o meu cão e a minha gata decidiram que esta era a altura ideal para brincar ao cão e ao gato!
Estão a correr a casa toda um atrás do outro como se não houvesse amanha e eu a tentar trabalhar numa tese de mestrado...

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Percebes que és um bocado demente quando... I

É de manhã, estás na esplanada a tomar café, olhas para o cão e dizer "Vêm aí o teu sogro!", a pessoa que está contigo arregala-se e exclama "hã?!" e tu respondes, "Sim! É o meu compadre, o dono da Nicoletta!"

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Maldita Doença!

Rai's parta a maldita doença que leva a eito, sem quê nem porquê.
Hoje estou chateada, chateada e triste. Soube à pouco que a cadela do meu vizinho teve de ser abatida por causa de um maldito cancro que se espalhou. Porra! Agora até aos animais ele chega?!
A Lucky, tal como o meu Lucky, foi apanhada aqui na rua após os trabalhadores de um prédio se ter ido embora e deixado para trás os cães que guardavam a obra.
A Lucky era uma rafeira gigante que passava o dia na rua a passear pela urbanização, a receber festas de toda a gente, a pedinchar bocadinhos de frango à dona Ana do café e a acompanhar os cães de trela nos seus passeios. No final do dia quando queria voltar a casa, sentava-se à porta do prédio à espera que alguém lhe abrisse a porta.
A Lucky, apesar de ter dono, era um bocadinho de todos nós e não eram raros os dias em que saíamos de casa para o passeio matinal do Lucky e ela aparecia, vinda não sei de onde, para lhe dar uma lambidela.
A Lucky não tinha meias medidas, quando estava farta das brincadeiras do Lucky dava-lhe uma dentada e ia embora à sua vida.
A Lucky tinha uma irmã, a Nicole, uma caniche branca e quando estavam as duas juntas eram carinhosamente apelidadas de Princesa e Gata Borralheira.
Há uns dias encontrei-a na rua com um funil na cabeça e a ser passeada pelo dono. Perguntei o que tinha, respondeu-me que estava doente e ia ser operada.
Nunca mais os tinha visto, até que hoje sai de casa de manhã para passear o Lucky e o dono da Lucky estava sentado à porta do meu prédio com a Nicole. Perguntei-lhe pela nossa Gata Borralheira, disse-me que teve de ser abatida, o veterinário (o mesmo do Lucky) ao operar descobriu que o tumor estava espalhado pelo corpo todo e que não havia nada a fazer...
Rai's parta que nem os bichos escapam esta doença manhosa!
Minha querida Lucky, que o céu dos cães te receba de braços abertos, que tenhas tanto espaço aí em cima para correr e brincar como tinhas cá em baixo e que tenhas uma dona Ana com uma caixa de frango sempre pronta a abrir para ti.
Uma das lambidelas diárias da Lucky ao Lucky 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Isto só a mim!

Com este calorão que se tem feito sentir nunca mais fomos dar um passeio grande ao Lucky. O bicho tem ido à rua fazer xixi e coco, mas assim que se despacha é o primeiro a querer voltar para casa por causa do calor.
Esta noite, à 1h30 da manha, estava uma brisa fresquinha e lá desafiei o senhor meu moço para darmos um passeio grande com o Lucky antes de dormir. 
Claro que não fomos os únicos a pensar assim, arrisco até a dizer que todos os cães da urbanização estavam na rua aquela hora, em amena cavaqueira e brincadeira e a aproveitar o fresquinho. 
O senhor Lucky tem um problema, é demasiado territorial e morde todos os cães machos, todos sem excepção. 
Pois que ontem, um dos meus vizinhos que tem quatro cães, um macho rafeiro alentejano e três fêmeas rafeiras pequenas, estava na rua com eles, as cadelas de trela e o cão solto porque "supostamente" não morde. 
O cão ao ver o senhor Lucky vem a correr para brincar, e eu como já sei que ia sair dentada, pego no senhor Lucky ao colo para evitar a briga, pois que o cão do vizinho não achou graça nenhuma que eu lhe tivesse tirado o "suposto" companheiro de brincadeira e vai de espetar a dentuça no meu rabo. 
Eu (aos berros) "Ai!!! Ele mordeu-me!!!"
Vizinho (super zen e longe para caraças) "Mordeu?! Mas ele não morde!"
Eu "Ai! Mordeu! Mordeu! Tire-o daqui! Chamei-o!" (Sim, porque o cão continuava de volta do meu rabo)
Vizinho (cada vez mais zen) "Onde é que ele mordeu?" 
Eu a me passar "NO RABO!!! NO RABOOOO!!" 
Vizinho (já ao meu pé) "Não mordeu... abocanhou!" 
Eu, rapariga expedita " Mordeu sim! Olhe! Tem buraco e tudo!" E toca de levantar o vestido e mostrar o meu real rabo ao vizinho
O senhor depois de constatar com os próprios olhos os 4 buracos que tinha no rabo desfez-se em desculpas e fartou-se de brigar com o cão e o passeio grande ao Lucky acabou comigo deitada no sofá com compressas de álcool e placas de gelo na nádega esquerda. 
Hoje não só continuo com os 4 buracos como também tenho uma negra gigante. Eu que me farto de bater em esquinas e nunca faço negras. 
Agora perguntam vocês "E o senhor teu moço?". Pois que estava tão ou mais zen do que vizinho e em vez de agarrar e afastar o outro cão ficou a apreciar a cena. No fim, antes de voltar a casa ainda foi fazer umas festinhas ao cachorro do vizinho. Só faltou dizer "Good Boy! Good Boy!"